Carli marca no fim, Gatito volta a ser herói, e Botafogo é campeão sobre o Vasco

Postado por kitosvideolocadora@hotmail.com. Categoria: Brasileirão, Cultura, Destaque, Entretenimento, Esporte no Mundo, Esportes, Futebol, Geral, Internacional, Mundo, Nacional, Segurança, Sem categoria

Tags: , , , , , , ,

Publicado em 08 abril, 2018 com Sem Comentários

Zagueiro argentino garantiu a vitória por 1 a 0 aos 49 do segundo tempo. Nos pênaltis, goleiro paraguaio defende cobranças de Werley e Henrique para dar ao Glorioso o 21º título do Campeonato Carioca.

Carli marca no fim, Gatito volta a ser herói, e Botafogo é campeão sobre o Vasco

Há coisas que só acontecem com o Botafogo. E quem disse que o clichê só vale para momentos ruins? Com pênalti não marcado, sofrimento até o último minuto e dois heróis estrangeiros, o Glorioso despachou o Vasco neste domingo, no Maracanã, e se sagrou campeão carioca em grande estilo. Joel Carli, aos 49 minutos do segundo tempo, garantiu o 1 a 0 no tempo normal e levou a decisão para os pênaltis. Aí, um roteiro que o torcedor alvinegro já se acostumou se repetiu: Gatito Fernandéz garantiu o troféu ao defender as cobranças de Werley e Henrique.

Mais do que o alívio pelo gol de Carli no minuto final do tempo normal, o torcedor do Botafogo foi para a decisão por pênaltis confiante. Com Gatito Fernandez, havia quase que uma certeza de ao menos uma defesa na série contra o Vasco. E assim foi! Herói na Libertadores de 2017, o goleiro paraguaio manteve a média e defendeu as cobranças de Werley e Henrique, garantindo o troféu. Agora, são impressionantes dez defesas em 19 pênaltis com a camisa alvinegra.

O título carioca foi ainda mais especial para Joel Carli. E não somente pelo gol decisivo marcado no lance final da partida. O troféu erguido no Maracanã foi o primeiro da carreira do zagueiro argentino de 31 anos. Antes de chegar ao Botafogo, ele tinha passado por Aldosivi, Deportivo Morón, Gimnasia La Plata e Quilmes, todos de seu país.

Com a vantagem do empate, o Vasco começou melhor a partida diante de um Botafogo ansioso, desperdiçou chance clara com Riascos, parecia ditar o ritmo, mas viu tudo mudar com a expulsão de Fabrício. Aos 36 do primeiro tempo, o lateral fez falta em Luiz Fernando e recebeu o vermelho direito, forçando sua equipe a praticamente só se defender nos 55 minutos seguintes. Zé Ricardo fechou o time, terminou o jogo com quatro zagueiros, mas foi castigado no minuto final.

Intensidade, expulsão e casa cheia. Vasco e Botafogo não primaram pela técnica, mas não faltaram ingredientes para valorizar o clima de final no Maracanã. Os primeiros 45 minutos foram marcados por equipes que se mandaram para o ataque como podiam. Em desvantagem, o Glorioso tentava adiantar a marcação e pressionar, oferecendo espaços para um adversário que entrou em campo com quatro laterais de ofício, abrindo o campo para explorar a velocidade dos contragolpes. Com a obrigação de fazer um gol, o Botafogo se mostrou ansioso em alguns lances, enquanto o Vasco criava as melhores oportunidades.

Riascos desperdiçou chance clara após vacilo de Gatito em chute de fora da área de Pikachu. Bem postado, os vascaínos conseguiam ditar o ritmo do jogo. Até que o panorama mudou com a expulsão de Fabrício. O lateral recebeu o vermelho direto após falta em Luiz Fernando, que teve que sair da partida, aos 36. Foi quando o Glorioso passou a encontrar mais espaços, principalmente pelos lados, mas faltou criatividade.

 

 

 

 

 

 

Com um a mais, Alberto colocou o time no ataque: sacou Marcelo e apostou em Kieza. Na base do abafa, o Glorioso esboçou uma pressão, mas faltava criatividade. A solução foi apelar para o chuveirinho, mesmo diante de um adversário que terminou a partida com quatro zagueiros em campo. Quando os botafoguenses conseguiam finalizar, esbarravam em Martín Silva. O uruguaio interceptou cruzamentos e fez boas defesas em conclusões de Brenner e Kieza.

Em uma das bolas alçadas na área, polêmica: Galhardo puxou Carli pela camisa e o impediu de disputar a jogada. Muita reclamação dos alvinegros, mas nada marcado. Para Arnaldo Cézar Coelho, comentarista da TV Globo, pênalti claro. O Botafogo não desistia e seguia com bolas aéreas. E assim foi recompensado quando a torcida do Vasco já ameaçava gritos de campeão. Aos 49, após a expulsão de Valencia, bate-rebate na área culminou na finalização de Carli. Gol! E o título carioca foi para decisão por pênaltis.

Sem Comentários

Comentários de Carli marca no fim, Gatito volta a ser herói, e Botafogo é campeão sobre o Vasco estão bloqueados