Marina propõe plano nacional de combate à desigualdade racial

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Publicado em 28 agosto, 2018 com Sem Comentários

Durante agenda com o Educafro, na capital paulista, a candidata da coligação REDE-PV, Marina Silva, propôs nesta segunda (27) a criação de um Plano Nacional de Combate à Desigualdade Racial e a manutenção das cotas raciais. A política pública, segundo a candidata, será uma forma de enfrentar o racismo de forma estrutural e de reparar os mais de 500 anos de discriminação racial.

A área de maior prioridade do Plano será a educação, de acordo com Marina. “Precisamos das cotas para que a gente não fique mais comemorando as exceções. Que a gente comece a comemorar a regra de que os negros estão dentro das universidades, do Congresso e nas empresas”, afirmou.

Marina garantiu que, em seu governo, haverá a participação dos vários segmentos da sociedade. “A base de nosso critério é de idoneidade. Mas teremos negros, mulheres, indígenas, trabalhadores, empresários e os bons políticos”, disse.

A candidata também se comprometeu a dar um passo à frente no Bolsa Família para todos os beneficiários, integrando o cadastro com políticas públicas para inclusão produtiva de seus beneficiários. “Em cima do cadastro que já existe podemos ter um olhar para ver quais famílias podem receber apoios e desenvolver suas próprias habilidades de integração produtiva. É um esforço para que as filhas do Bolsa Família não virem as mães do Bolsa Família”, explicou.

Críticas
Questionada sobre as intenções de voto de Bolsonaro, Marina destacou que muitas vezes o populismo consegue chegar de forma fácil na sociedade e que já existem maus exemplos destas posturas pelo mundo. “Nós temos péssimos exemplos em situações parecidas. É só olhar para a Venezuela, ou ver os retrocessos que temos nos EUA. Nenhum populismo, nem de esquerda e nem de direita, deve prevalecer. Não queremos nada disso para o Brasil.”

Sobre os indícios de propaganda eleitoral irregular na internet para candidatos petistas, a candidata afirmou que cabe à Justiça Eleitoral garantir as investigações. “O TSE tem que tomar todas as providências para impedir as formas ilegais de burlar o processo democrático. Nós participamos do processo político de acordo com a lei”, destacou.

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