Prefeito de Itapemirim vai à delegacia e nega envolvimento com compra de votos

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Publicado em 14 novembro, 2014 com Sem Comentários

PREFEITO-LUCIANO-DE-PAIVA-202x300O prefeito de Itapemirim, Luciano de Paiva (PSB), conversou, na tarde desta quinta-feira (13), com o delegado da Polícia Federal, Everton Manso, responsável pelas investigações sobre a prisão do casal, com R$ 190 mil reais no dia das eleições. De acordo com o delegado o prefeito não pode ser considerado como testemunha, porque o nome dele está envolvido nas denúncias, por isso o depoimento de quase uma hora e meia é tratado como “Termo de Declarações”.

Luciano de Paiva (PSB) chegou à delegacia acompanhado do advogado, e segundo Everton Manso, negou qualquer participação no caso e frisou que não fez campanha para nenhum candidato. No dia 05 de outubro, dia do primeiro turno das eleições, o sobrinho do prefeito, Evandro de Paiva foi preso com a esposa, a secretária de Esportes de Itapemirim, Loriane Paiva, com R$ 190 mil para fazer boca de urna para o então candidato a deputado estadual Macaciel Breda, do mesmo partido de Luciano.

Novas testemunhas
O delegado considerou a colaboração de Luciano de Paiva como positiva, mesmo ele tendo negado todas as acusações, já que, por ter foro privilegiado, o prefeito não pôde ser convocado, mas sim, convidado a prestar esclarecimentos. Manso disse, ainda, que vai ouvir novas testemunhas porque documentos apreendidos provam que pessoas receberam dinheiro para votar em Macaciel.

Meio absolvido
O ex-prefeito de Guarapari, Edson Magalhães (DEM) foi parcialmente absolvido no processo por improbidade administrativa.  De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), Magalhães, enquanto foi prefeito de Guarapari, em 2007, teria causado dano aos cofres públicos por contratar uma técnica de enfermagem sem concurso público. O contrato da servidora foi renovado várias vezes. Mas, a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça entendeu que não houve dano.

Limpo
Com esta absolvição parcial, o ex-prefeito, que foi eleito deputado estadual este ano, fica fora da lista de políticos Ficha Suja, o que poderia atrapalhar os planos do novo parlamentar. Edson Magalhães foi um dos ex-prefeitos presos na Operação Derrama, em dezembro de 2012, quando a Polícia Civil apurou irregularidades entre uma empresa de consultoria e prefeituras, e em maio do ano passado se tornou chefe de gabinete do presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço, do mesmo partido.

Pouco trabalho, pouca despesa?
A Coluna vem acompanhando o rendimento dos deputados estaduais, que tem deixado muito a desejar. Esvaziamento do plenário, falta de produção dos parlamentares, 14 sessões seguidas sem votação, nada disso refletiu positivamente nas despesas da Assembleia Legislativa, que continuam altas, dentro do programado, mas, se não há trabalho o ideal seria economizar.

A título de comparação, em fevereiro, quando os parlamentares voltaram do recesso, a Assembleia teve gastos de R$ 14 milhões. Em julho, quando começou a campanha eleitoral a despesa já alcançava os R$ 94 milhões. A última planilha de gastos da Casa de Leis traz um acumulado de R$ 121 milhões, de fevereiro até setembro. Só de energia elétrica, em agosto, mês de forte campanha eleitoral, a Casa pagou quase R$ 90 mil e com combustível, foram R$ 24 mil.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/politica/blogs/de-olho-no-poder/

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