Suspeito de sequestrar menina de 12 anos saiu da cadeia em dezembro

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Publicado em 02 novembro, 2017 com Sem Comentários

Vídeo mostra menina sendo abordada e entrando em carro. Suspeito de sequestro já era investigado por estupro.

A menina é abordada na rua, às 7h37. Ela conversa um pouco do lado de fora e chega a se afastar, mas acaba entrando no veículo. Às 7h38, Thayná entra no carro e some
A menina é abordada na rua, às 7h37. Ela conversa um pouco do lado de fora e chega a se afastar, mas acaba entrando no veículo. Às 7h38, Thayná entra no carro e some Foto: Divulgação/Polícia Civil

Thayná Andressa de Jesus do Prado, 12 anos, sempre foi obediente. Nunca deixou de fazer as tarefas da escola ou saiu de casa sem dizer para onde ia, garante a mãe da menina, Clemilda Aparecida de Jesus, 39.

“O apelido dela na escola é ‘Maria me liga’, de tanto que ela me manda mensagem pedindo para eu ligar pra ela”, diz a mãe. As mensagens são para informar o que está fazendo ou para onde está indo.

Foi assim na manhã do dia 17 de outubro, quando a menina entrou em contato pela última vez. “Não achei a caixa aqui no mercado. Vou tentar na papelaria. Beijo”. Fim da ligação. Há 14 dias Clemilda não escuta mais a voz da filha.

Depois da conversa, a imagem que não sai da cabeça da costureira é da filha entrando no carro cinza de um desconhecido.

O vestido florido, “velhinho”, que a menina usava no dia e a sombrinha listrada e colorida foram presentes da mãe. “Estava chovendo, ela vestia só aquele vestidinho. Você vê que ela nem fecha a sombrinha direito para entrar no carro”, indica a mãe.

Thayná desapareceu depois de sair de casa, no bairro Ipanema, em Viana, em busca de caixas de papelão para ajudar na mudança da família. No caminho, foi abordada por um homem. Segundo a polícia, o suspeito é Ademir Lúcio Ferreira de Araújo, de 52 anos.

VÍDEO 

A polícia chegou até Ademir depois de identificar a placa do carro dele

A polícia chegou até Ademir depois de identificar a placa do carro dele Foto: Reprodução

A menina é abordada na rua, exatamente às 7h37. Ela conversa um pouco do lado de fora e em certo momento chega a se afastar, mas acaba entrando no veículo. Às 7h38, Thayná entra no carro e some.

O homem está foragido desde então. As imagens, divulgadas pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas, na manhã de ontem, foram conseguidas por Clemilda.

A costureira procurou comerciantes do bairro Universal, onde a filha foi vista pela última vez, até conseguir imagens de videomonitoramento que mostram o momento que a menina foi levada.

A polícia chegou até Ademir depois de identificar a placa do carro dele, que está em nome da namorada do suspeito. “Ela disse que ele desapareceu. Não tem notícias dele há dias”, conta o delegado José Lopes.

Ademir é acusado de estuprar uma criança de 11 anos, três dias antes do sequestro de Thayná. O crime aconteceu no bairro Industrial, também em Viana. Por conta deste crime, a prisão temporária dele já foi expedida pela justiça no último sábado, dia 28.

VEJA VÍDEO:

SUSPEITO SAIU DA CADEIA EM DEZEMBRO 

Ademir é suspeito de sequestrar Thayná Andressa
Ademir é suspeito de sequestrar Thayná Andressa    Foto: Reprodução

Ademir Lúcio Ferreira de Araújo, de 52 anos, já cumpriu pena por homicídio e saiu da cadeia em dezembro do ano passado, segundo informou o delegado José Lopes, chefe da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Pessoas Desaparecidas. O suspeito também já possui passagens por roubo e estelionato. Agora pesa sob ele também as acusações de estupro de vulnerável e sequestro. “Nós vamos achá-lo. Isso é questão de tempo”, garante o delegado.

A busca incansável da costureira Clemilda Aparecida de Jesus, 39 , por notícias da filha Thayná Andressa, 12, começou no dia do desaparecimento da menina. Ela foi até a polícia, onde registrou queixa do ocorrido.

Uma semana depois, revoltada com a falta de informações da polícia, ela organizou um protesto na BR 262, em Viana, com a ajuda de familiares e amigos. Eles colocaram fogo em pneus e pararam o trânsito na tentativa de chamar a atenção para o caso.

“Nós estamos investigando desde então. Mas é preciso ter cuidado, não podemos deixar lacunas em casos como este. Quanto mais o tempo passa, mais difícil fica”, constatou José Lopes. O delegado faz um apelo e pede que qualquer informação que leve a polícia ao paradeiro de Ademir ou de Thayná, entre em contato com o Disque-Denúncia, 181.

 

 

 

Fonte: Gazeta online

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